O “Revolucionário” de Hoje

Publicado: março 21, 2012 em Uncategorized

Não bebe Coca-Cola porque não é capitalista, mas enchem os bolsos dos patrões da Ambev e Souza Cruz, tudo bem financiar o alcoolismo e o câncer de pulmão. Não come no Mac Donald, como se o restaurante da esquina também não explorassem seus funcionários e clientes, como se negasse a intenção de lucros e abrisse mão de construir franquias em outros países se tivessem a oportunidade. Não usam Nike, preferem All Star, pois é alternativo e feito em fábricas que não exploram funcionários nem agride o meio ambiente nos Alpes da Bozolândia.

São antinazistas, antifascistas, antiracistas, antinacionalistas, na verdade são “anti” tantas coisas que já nem sabem mais a que estão a favor, pelo que lutam, só sabem querem lutar e a favor da paz é que não são! Não que os nazistas e racistas não mereçam uma bala na “fuça”, mas o buraco do sistema é muito mais embaixo. Usam e defendem as drogas como se isso fosse o ápice da contracultura, afinal de contas, playboy não fuma maconha e não cheira, isso é algo exclusivo dos que estão livres do sistema. O sistema nem quer que seu povo permaneça entorpecido e esqueça-se da luta, o policial nem está louco para achar um baseado no bolso do cara para ter um motivo para foder com ele! Não que o jovem deva evitar as drogas, tem mais é que conhecer e experimentar de tudo mesmo, mas daí a dizer que isso é ir contra o sistema, daí a achar que fazer sua parte é ficar o dia todo fumando maconha enquanto outros estão morrendo de fome na mesma esquina em que ele acende o baseado? O “revolucionário” é contra a corrupção, mas na primeira oportunidade, leva uma vantagem em cima de outro, na primeira carteira que encontra no chão, no primeiro celular perdido, conhecemos o quanto contra a corrupção nossos “revolucionários” são! Tudo bem levar vantagem em cima de um Wall Mart, ou Pão de Açúcar, mas quantos pobres não são passados para trás? Quer levar vantagem roube um banco, e depois distribua toda essa vantagem aos menos avantajados, mas usar a “revolução” como desculpa para sacanagem pessoal é foda! Sai para protestos para conhecer umas gatinhas e sair em umas fotos, ou pior, fica o dia todo postando no facebook, mas na hora de sair nas ruas e enfrentar o sistema de frente está ocupado.

Depois de tudo, o revolucionário, monta sua pequena empresa e confortavelmente esquece-se da luta, “cresce”, seu passado “revolucionário” vira uma “fase de adolescente”. Quantos revolucionários com mais de 30 anos você conhece? Ou então o “revolucionário” resolve que será mais fácil “destruir o sistema por dentro”, melhorar as coisas “usando o jogo político”. Filia-se a um partido e quando menos espera, percebe que quem está sendo destruído e usado é ele, quando se dá conta é só mais um governador mandando policiais para cima de outros “revolucionários”.

Quanto deste “revolucionário” não vive dentro de mim? Quanto deste “revolucionário” não vive dentro de você?

Porque votar nulo?

Publicado: março 20, 2012 em Uncategorized

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É óbvio que se 50% mais um votarem nulo a eleição não será anulada. Alguém achou que o sistema abriria uma brecha dessas? Não votamos nulo para anular uma eleição, isso apenas adiaria a escolha de um representante, votamos nulo porque não acreditamos neste sistema e não queremos tomar parte dele, existem propostas melhores do que a política representativa, como a democracia direta e a auto-gestão.

Desde pequenos somos educados nas escolas e igrejas que votar é exercer nosso papel como cidadão. Ensinam-nos a respeitar os limites políticos, a nação, a pátria e todos seus símbolos como bandeira e hino, a respeitar a figura do soldado e a do policial de modo que passamos a ver nosso país como algo “sagrado”, um senso comum que raras pessoas ousam questionar. Mesmo quando as coisas não vão bem, quando há corrupção, ainda assim os valores nacionalistas implantados falam mais alto, fazendo com que toda a revolta do povo seja amenizada ou redirecionada aos líderes e representantes. Então vem a idéia: vamos livrar nossa pátria amada dos terríveis corruptos, vamos reformular todas as leis e tornar nossa nação um lugar melhor. Essa é a idéia de muitos que acreditam estar lutando por uma revolução, mas existe uma grande diferença entre revolução e reforma!

O problema não são os corruptos, o problema é a nação, é a pátria, é o sistema! O nacionalismo é um modo astuto de manter o sistema de pé, ele faz com que acreditemos que não existe outra forma de viver senão seguindo uma nação, senão elegendo um representante. Isso foi muito bem arquitetado pelo sistema e é deste modo que eles te manipulam a acreditar que seu papel nesta sociedade se resume em votar e policiar os candidatos para ver se eles fazem tudo que prometeram. Nem se eles fizessem tudo que prometem, um candidato pertence a um partido, defende interesses de uma parte da população, não da população, mesmo se exercer um bom papel de representante, não representa a todos! É um sistema de luta e embate, um sistema onde partidos batalham pelo poder, um sistema onde a vontade de um grupo tenta massacrar a vontade de outro grupo e o seu voto é a força motriz das engrenagens deste sistema podre!

É natural querer achar um remendo ou uma reforma para o sistema ao invés de ir mais além e imaginar um novo sistema! É confortável deixar de acreditar em um líder e passar a acreditar em outro, abandonar um partido e partir para outros, ainda mais quando temos partidos tão bem articulados com discursos revolucionários, mas no final a ação deles é a mesma: conquistar o poder e te governar. Hoje os militantes revolucionários que enfrentam a polícia são os candidatos de amanhã e talvez, num futuro próximo, os prefeitos, governadores e políticos que vão mandar a polícia para cima de novos militantes revolucionários. E a pior parte é que a cada vez que você acredita na reforma do sistema, cada vez que um “ficha limpa” é aprovado, cada vez que um candidato que se diz revolucionário é eleito, o povo se acalma, adiando desta forma a necessária ruptura com o sistema representativo.

O voto nulo sozinho não muda nada, ele é um medidor da nossa insatisfação, não serve para medir a insatisfação com este ou aquele político, ou a insatisfação com este ou aquele partido, serve para medir nossa insatisfação com todo o sistema, serve para acordar os que ainda acreditam no estado, serve para que possamos sugerir novas idéias como a autogestão e a democracia direta. Para o estado, ele não serve de nada, mas nem poderia servir, pois o voto nulo é de certo modo uma forma sutil de desobediência civil, que dentro da nossa atual conjuntura é muito bem justificada. Eles sempre se defenderão, dizendo que o voto é um “direito conquistado’, dizendo que é “seu papel como cidadão”, dizendo que se você não escolher pelo menos o “menos pior” as coisas permanecerão as mesmas. Mas perceba que o voto não é um direito, mas sim uma forma de fazer com que acreditemos que temos algum direito, seu papel de cidadão é ser responsável pelas decisões de sua comunidade e votar só faz com que fiquemos alheios a comunidade, passamos a bola para outra pessoa e depois ligamos o “fod#-se”, é um modo de irresponsabilidade, escolher o menos pior não muda nada e fazendo isso o sistema continuará o mesmo e aí sim as coisas permanecerão as mesmas!

Vamos abandonar a idéia de reformismo, vamos abraçar a idéia de uma real revolução! Não eleja ninguém, algumas coisas só a gente pode fazer. Mudanças são arriscadas e demora a acontecer, o dia que muitos votarem nulo, saberemos que estamos preparados para elas, ajudem-nos a trazer esta mudança para perto, não peço isso por um interesse pessoal, afinal de contas, se eu tivesse algum interesse pessoal, seria um político e estaria pedindo que votassem em mim!

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Imagem  —  Publicado: março 20, 2012 em Uncategorized


“As pessoas que não podem se rebelar pedem por orientação, querem ser seguidoras. A psicologia delas é a de que ser um seguidor as alivia de todas as responsabilidades; o guia, o mestre, o líder, os messias se tornam responsáveis por tudo. Tudo o que se requer do seguidor é apenas que tenha fé. E apenas ter fé é um outro nome para a escravidão espiritual.

O rebelde está em um estado de tremendo amor pela liberdade – liberdade total, nada menos do que isso. Daí ele não ter salvador, mensageiro de Deus, messias ou guia algum; ele simplesmente vive de acordo com sua própria natureza. Ele não segue ninguém, não imita ninguém. Certamente ele escolheu o modo de vida mais perigoso, cheio de responsabilidades, mas de uma alegria e liberdade tremendas.”

“As pessoas têm muito medo daqueles que conhecem a si mesmos. Estes têm um certo poder, uma certa aura e um certo magnetismo, um carisma capaz de libertar os jovens, ainda cheios de vida, do aprisionamento tradicional…
O homem iluminado não pode ser escravizado — este é o problema — e não pode ser feito prisioneiro… Todo gênio que tenha conhecido um pouco do seu íntimo está fadado a ser um pouco difícil de ser absorvido: ele deverá ser uma força perturbadora. As massas não querem ser perturbadas, ainda que se encontrem na miséria; estão na miséria, mas estão acostumadas com isso, e qualquer um que não seja um miserável parece um estranho.
O homem iluminado é o maior forasteiro do mundo; ele parece não pertencer a ninguém. Nenhuma organização consegue confiná-lo, nenhuma comunidade, nenhuma sociedade, nenhuma nação.”

Osho
Osho The Zen Manifesto: Freedom from Oneself

Libertando Mentes

Publicado: janeiro 31, 2012 em Uncategorized

Tirando o fato de ser uma estupidez egocêntrica achar que somos detentores do poder de libertar uma outra mente, o que tenho a dizer sobre isso é muito simples.

Eu estava com pressa, muita pressa, muito desespero por mudanças, desesperado para ser ouvido, e achando que estava fracassando nisso, mas notei que já estou obtendo relativo sucesso neste trabalho árduo: o de conversar com pessoas.

Cheguei em um ponto onde, se ultrapassasse, estaria sendo invasivo, a vontade é grande! Eu gostaria de chegar em cada amigo meu que idolatra a PM e esfregar alguns fatos, como as vezes eles fazem comigo por mero senso de humor, gostaria de criar fakes e sair ameaçando homofóbicos de morte, mas não é bem por aí! Hoje cheguei no ponto que divide o bom-senso do fanatismo, convenhamos, um fanatismo aceitável, vivemos em uma situação extrema, as vezes desejamos combater extremos com extremos, porém eu parei e notei essa pressa, essa afobação. A revolução as vezes é lenta, as vezes não é completa, mas apenas parcial, já passamos por muitas revoluções parciais.

Eu sou contra “receitas de bolo”, e não sou ninguém melhor que ninguém para “ensinar” isso ou aquilo, mas gostaria humildemente de compartilhar este conhecimento que tem funcionado comigo, aí vão minhas dicas:

1 Esteja mais dispoto a aprender com os outros:  Não somos dono da verdade, somos donos de pedaços de uma verdade, vamos trocar esses pedaços e enxergar o todo, seja humilde! Muito do que está escrito aqui veio de outras pessoas que me ensinaram! Podemos aprender muito até com mendigos e talvez, mas apenas talvez, até mesmo com policiais!

2 Não seja invasivo: Já viu testemunhas de Jeová? Evite se tornar isso! As pessoas interessadas aparecerão se você realmente tiver algo de bom para compartilhar, até lá, vá atrás de aprender algo com outras pessoas!

3 Rebeldia!!! A rebeldia, a desobediência mostra o quanto estamos livres, isso atrai pessoas! Um rebelde não é aprisionado pela pátria, nem pela bandeira, nem pela religião, ele é original e único! Sempre fala o que pensa sem ter muito medo dos julgamentos, só teme julgamentos quem julga muito também, e isso afasta as pessoas. Fale o que pense, mas no momento e lugar certo! Eu já disse que as pessoas somem do meu facebook por me achar invasivo, mas o fato é que nunca entrei no mural de ninguém, nunca postei nada sobre anarquia por exemplo em comunidades partidos polícos as quais fui convidado a participar, as pessoas se sentem invadidas por virem dentro do meu espaço pessoal criticar o que digo e depois não aguentam ouvir minha opinião, eu jamais entrei no mural de um católico para mostrar as torturas da igreja, mas não me seguro em postar isso em meu blog ou no meu mural pessoal! A verdade é que a rebeldia nos expande e ilumina, mostra personalidade, e isso incomoda certas pessoas ainda muito fechadas, mas lhes garanto que atrai quem está preparado! As pessoas fechadas não podem ser abertas a força, deixa-as em espera, um dia elas abrirão os olhos e irão nos entender, entender nossa “loucura” e então irão nos ensinar também e ensinar outros! Quando somos autênticos e sinceros, quando temos amor pelo que acreditamos, as pessoas se sentem atraidas por isso, se você não tem amor, se você não é autêntico, então o que tem para compartilhar além de palavras vazias?

4 A liberdade sempre proposta, jamais imposta: Se alguém vier conversar com você, jamais use “você deve”, ou “tem que” nem nada impositivo, ao invés disso use “que tal”, “porque não assim”, “eu proponho assado”, “o que acha disso?”. Mais uma vez é questão de igualdade e humildade, hoje você propõe algo renovador, amanhã você será liberdado e renovado por alguém também!

5 Esqueça seu ego: De todos essa é a parte mais difícil! Se você quer se tornar um “libertador de mentes”, como pode ter sua mente presa em seu ego? Uma sociedade melhor, o ego fica fraco, o coletivo fica forte, esse é um trabalho árduo, ninguém consegue se livrar totalmente de seu ego, e nem deveríamos, mas deixa-lo de lado por uns momentos faz bem para o coletivo. Não estou dizendo para sermos robôs sem vontade, estou propondo um afastar-se do egoísmo e do “eu em primeiro lugar”!

6 Paciência: Ninguém fica livre das amarras da sociedade do dia para noite, é um trabalho demorado, na verdade, nós mesmos ainda fazemos parte deste processo! É bom também, exercitar um pouco a paciência com os que tem opiniões diferentes!

7 “As palavras comovem, os exemplos arrastam”

Tente

Publicado: janeiro 27, 2012 em Uncategorized
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Temos visto:

O mundo aplaudir a morte de um terrorista, julgado e condenado sem tribunal, enterrado sem lápide no meio do oceano.

Revoluções explodindo por todo o mundo, e os governos agindo como se estivessemos em uma ditadura.

Policiais em Nova York atirando spray de pimenta em ativistas pacíficos.

As mentiras constantes da mídia corporativa, desinformando, omitindo e informando pela metade, estudantes viram maconheiros vagabundos e policiais violentos viram heróis.

Os mesmos policiais “heróis” que entraram na USP para proteger, procurando maconha ao invés de bandidos, estuprando ao invés de prender estupradores.

Vimos uma nova forma de ditadura nascer, a ditadura virtual, vimos a última nação livre, a nação virtual, oprimida pelos lucros de grandes gravadoras.

Assistimos aflitos a desocupação de Pinheirinho, idosos sendo arrastados, crianças levando balas de borracha na cara, gente digna sendo humilhada, seus corpos ainda vivos sendo disputados pelos abutres chamados mídia e partidos políticos. Governo Federal se calando, governo estadual defendendo o patrimônio de um homem falido ao invés do povo, e policiais cegos, surdos, mudos e o pior, sem coração apenas obedecendo como cães raivosos.

Nos indignamos com a truculência policial em diversos vídeos pelo youtube (nunca pela televisão), Pms estuprando, tratando meninas viciadas em crack com tiro de borracha na boca, cometendo todo tipo de bárbaridades e sendo chamados de heróis pelas massas ignorantes leitoras da
Veja e telespectadoras da Globo.

Ainda vemos, em pleno século 21, culturas machistas mutilando menininhas, trabalhadores escravos produzindo roupas para madames da elite comprar em lojas de nome, a metade de cima do mundo morrendo de obesidade enquanto a metade de baixo morre de fome.

Os 1% que se acham donos do mundo, se assustar com o aparente despertar dos 99%.
Assistimos ao assassinato de animais, inocentes e puros, em frente a crianças ainda mais puras, cães sendo espancados, gatos sendo mortos por um preconceito supersticioso medieval e blogs de violência propagando o ódio incondicional.

Pela primeira vez no Brasil, o bullyng criou vítimas e carrascos e choramos. Também pela primeira vez, assistimos ao estupro ao vivo e ao racismo ao vivo.

Padres pedófilos tentando se justificar enquanto o bispo Edir Macedo cria seu cartão de crédito.

Alguns aplaudiram, muitos criticaram a continuação de uma obra que fere a vida humana, no seio de nossa floresta, que dilacera e esquarteja o que sobrou dos verdadeiros nativos dessas terras, tudo em nome de um desenvolvimento que para os prejudicados não desenvolve nada além da dor de perder seu habitat e o desrespeito com sua cultura, já tão desfigurada pelo tempo.

Políticos corruptos, policiais violentos, homens ricos engordando, pobres morrendo de fome, animais assassinados, mulheres estupradas, neo-nazistas, machismo, homofobia e pedofilia em nome de Deus, liberdade de expressão se transformando em liberdade de opressão, nativos sendo tratados como invasores, pessoas sem lar sendo tratadas como lixo, estudantes sendo chamados em rede nacional de vagabundos por apresentadores fascistas, líderes políticos e ricos explorando as massas com apoio e cobertura de uma mídia manipuladora, fome, desigualdade, miséria e esquecimento para a américa do sul, um povo sem memória, sem passado e sem futuro.

Não sei o que será de nós, tento ter esperanças, tento vislumbrar algo melhor, tento lutar por algo melhor, mas sozinho não somos nada, somos apenas uma partícula de poeira perdida no tempo e no espaço. Sei apenas, que este não é o mundo que quero para os meus filhos, nem para mim, na verdade, eu não desejo esse mundo nem para meu pior inimigo!
A maioria não acredita em mudanças, não acredita no melhor, não acredita em si mesmo, prefere a fé em um deus distante do que no poder presente do povo, se você não é um desses, se desacomode, venha nos ajudar, toda tentativa é válida! Chega de pacividade, erre, mas tente! Por favor! Ao menos tente!

O Domingo Sangrento de 13 de novembro de 1887 em Londres ocorreu por conta de manifestações contra a coação na Irlanda e para exigir a liberdade de William O’Brien. A manifestação foi organizada pela Radical Federation (Federação Radical).
Cerca de 11.000 manifestantes foram a Trafalgar Square desde diferentes lugares guiados por (entre outros) John Burns, Annie Besant e Robert Cunninghame-Graham, que eram líderes da SDF (Social Democratic Federation).
Dois mil policiais e 400 soldados militares foram empregados para deter a manifestação, mas nos enfrentamentos resultou em muita gente ferida duramente, pelo que requisitaram tratamento hospitalar. Burns e Cunninghame-Graham foram presos e encarcerados durante seis semanas.

O Domingo Sangrento da Rússia, foi um massacre que aconteceu em 22 de janeiro (de acordo com o antigo calendário, 9 de janeiro) de 1905, em São Petersburgo, onde manifestantes pacíficos marcharam para apresentar uma petição ao czar Nicolau II e foram baleados pela Guarda Imperial. A marcha foi organizada pelo padre George Gapon, que colaborou com Sergei Zubatov da Okhrana, a polícia secreta czarista, para criar organizações de trabalhadores.

O Domingo Sangrento mais famoso, foi um massacre em Derry, Irlanda do Norte, no qual foram mortos 14 manifestantes e 26 ficaram feridos, ocorrido no dia 30 de janeiro de 1972, quando o 1° Batalhão do Regimento de Paraquedistas do exército britânico dissolveu uma manifestação pacífica a favor dos direitos civis e contra o governo da Irlanda do Norte.
Das quatorze vitimas mortas, seis eram menores de idade, e um que foi ferido e que faleceu meses depois do incidente. Todas as vitimas estavam desarmadas e cinco delas foram alvejadas pelas costas.
Os manifestantes protestavam contra a política do governo irlandês de prender sumariamente pessoas suspeitas de atos terroristas. Essa política era dirigida contra o Exército Republicano Irlandês, o IRA, uma organização clandestina que luta pela separação da Irlanda do Norte da Grã-bretanha e posterior união com a República da Irlanda.

Apesar do Tribunal Regional Federal ter determinado a suspensão imediata da ordem de reintegração de posse do Pinheirinho, o Comando da Polícia Militar manteve a operação de retirada dos moradores. A Tropa de Choque invadiu a área na manhã de domingo, dia 22, para cumprir a ordem de reintegração. Na operação, iniciada às 6h, a PM, auxiliada pela GM, usou de violência contra os moradores que resistiram à ordem de despejo. Um homem foi baleado e está internado em estado grave no Pronto Socorro Municipal da Vila Industrial. Os rumores dos presentes no conflito acusam a policia de ter assassinado 7 pessoas até o momento, entre elas, uma mulher grávida e uma criança de três anos, mas este fato ainda não foi confirmado.

 

Fontes: Wikipedia  Brasil Sindicato dos Metalúrgicos